Dezembro 6, 2007...5:42 pm

Day one

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Hoje foi muito engraçado, ainda não comecei a fazer a tal pesquisa técnica que eu queria. Tinha pensado em começar por fazer uma pesquisa sobre o nosso autor, José Eduardo Agualusa. Das duas obras lidas, Fronteiras Perdidas, contos para viajar e Passageiros em Trânsito. Acabei por escolher “Memória Póstumas”, ao acabar de ler o conto, senti que era sobre este que queria falar, foi algo como que a historia já tivesse passado por mim, alem da ambiguidade das personagens. O momento e o espaço que me ronda, penso ser-me bastante atractivo e inspirador, Estou na vila de Castelo de Óbidos origem romana, provavelmente assente num castro. Foi posteriormente fortificação sob o domínio árabe. Depois de conquistado pelos cristãos (1148) foi várias vezes reparado e ampliado. No reinado de D. Manuel I. Estou de certa forma deixar que as sensações absorvidas do conto me tome por si. Posso estar a correr o erro de me dispersar, mas vou deixar que isso aconteça, embora deveria voltar ao conto e trabalhar mais no seu lado simbólico; à algumas palavras a pesquisar, como é o caso de: voçoroca e boçoroca. Vou pesquisar sobre isso.

 

 

 

Algumas frases chaves:

 

 

  • Olhava em frente, lá para fora, para o jardim, como se escrevesse não no caderno, mas directamente, sobre o espelho frio da manhã.
  • Ela corrigiu-me com, com um sorriso: << Descarnado >>
  • Dentro da gaiola estava a cabeça de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, e era esta quem, daquela perspectiva insólita, narrava toda a acção.
  • Havia alguma forma de comprovar a autenticidade daqueles romances?
  • Um abismo que se abre no meio do serrado, e se alarga e desce, e vai descende sempre, alcançando profundidades de até cinquenta metros.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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